segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

So Nice

It will be so nice....

5 comentários:

  1. Tenho essa gravação, mas não tinha visto o clip.
    Delicioso.

    Agora deixa eu dizer uma coisa que tem a ver com a foto aqui do lado (essa do Botânico. A mocinha no chafariz. Alem do fato dela ser linda,(a foto) tem tudo a ver com a Clarice mesmo. Acho que ela se inspirou ali para escrever O Amor (outro conto do livro Laços de Família).
    A foto é tua?? Ela simplesmente grita silenciosamente para mim.
    Beijo
    Marie

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  2. Terráqueo, it will be so nice se você participasse do novo blog que está em gestação. Estamos escolhendo um nome para ele. Vai lá no meu bloguinho dar a sua opinião. Beijo. Bípede

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  3. Tem muita gente que não gosta dela, da Bebel. Dizem que ela é chatinha etc. Eu acho que ela tem talento sim. A grande musa Brasuca da lounge music.

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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  5. Marie,

    As fotos foram batidas pelo Sr.Bípede. Aquele na foto fui eu um dia. Agora não sou mais aquele. Mal o reconheço. Aquele da foto foi um outro homem, pelo qual tenho simpatia e saudades. Ele era mais jovem, ingênuo e romântico, sem dizer que corria 5 vezes por semana 6 km na beira da praia. Hoje, como a vida maltrata (nossa que dramático) caminho com muita dificuldade, perdi e ingenuidade e estou me esfoçando para perder o romantismo também. Eu a escolhi simplesmente porque mostra uma caminhada. Sou outra pessoa.
    Maia,

    Concordo contigo. Eu acho a voz dela linda, os arranjos são impecáveis, e a seleção dela é fantástica. As pessoas dizem que ela ficou americanizada, tipo Carmen Miranda. Pois eu acho bárbaro que ela não faz a MPB tradicional. Gosto das outras influências na música dela. Esses críticos até podem não gostar do gênero, achar o gênero chato, mas ela não desafina uma nota. Isso é raro. Acho que ela tem um bom DNA. É incrível que as pessoas exigem que façamos sempre o que se faz regionalmente. Acho isso pré-conceituoso. Ser um brasileiro não impede de ser um ser internacional. A cultura e suas influências precisam atravessar as barreiras geográficas e influenciar as artes independente da origem do artista. Se esse raciocínio regionalista valesse para as demais profissões, um advogado brasileiro jamais poderia trabalhar em outro país, lidando diariamente com realidades jurídicas muitas vezes distantes do sistema jurídico brasileiro.
    Viajei, um grande abraço,

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