segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Vida dura

Enquanto a maioria dos cariocas se divertem na praia sob o sol escaldante,esperando pelos blocos de carnaval, passo o dia a examinar contratos, sob o sol que aquece a temperatura para - 4c. Que mal que eu fiz?

8 comentários:

  1. Terráqueo, vi seu retrato aí do lado e percebi que você tem uma fisionomia bastante familiar. Nunca tinha vindo aqui no seu blogue, e achei um cantinho tão bom. Voltarei outras vezes.

    ResponderExcluir
  2. Por favor volte sempre. Abraço,

    Terráqueo

    ResponderExcluir
  3. Pelo jeito você fez Direito! Hehe.
    Desculpa lá, tem gente que perde o amigo e não perde a piada, mesmo se for sem graça.
    Não fique triste porem. Não fiz direito, tô no Brasil, passando calor, mas tô em Curitiba.
    Atão.
    Como diria a minha avó, não há bem que sempre perdure nem mal que nunca se acaba.
    O ditado não é que cai como luva aqui, mas só para reservar alguma esperança.
    Ainda não reli teu conto depois da evacuação. Só vi que ficou mais curtinho.
    Mas não pude deixar de achar engraçado você dizer que tinha matado o Seu Macieira e mais dois ou três. Pareceu bem fácil para quem há uns posts atrás procurava obejtos e motivos.
    Dava para rechear outros episódio do Edifício.
    Quanto aquela idéia do personagem sem persona que vai se procurar nos blogs, ou no teu blog, ainda não esqueci. Nem desenvolvi.
    Alguma idéia????
    Acabei de correr 11km e o sol ainda está azul.
    E é carnaval e é Curitiba.
    Nem tudo está perdido, Chapéuzinho!
    Como diria uma outra blogueira minha amiga: "FOrça na peruca!!"
    Beijo krido.
    Um bom vinho e un fondue. Sus!!!

    ResponderExcluir
  4. Terráqueo, acabei de ler e não pude não lembrar de ti, pedi licença ao autor mas nem esperei estou te mandando. Mando junto o enderoço do blog.
    Acho que vais gostar, se já não o conheces.
    Beijo
    Marie

    sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010

    SAMBA DO CRIME
    Não espalhes a tua dor no meu ecrã
    Nem faças da minha sala um parapeito
    Não me acordes com os jornais da manhã
    E temos um crime perfeito

    Não me mostres o sorriso desolado
    Nem a raiva do teu olhar liquefeito
    Acredita que não há nenhum culpado
    E temos um crime perfeito

    Não acendas esta praça com fogueiras
    Ainda acabas como principal suspeito
    Vai pra casa. Olha as horas. Tem maneiras
    E temos um crime perfeito

    Não me estendas a mão que estou apressado
    O destino tem as suas cambiantes
    Faz a cama com a tristeza de um fado
    Ficamos amigos como dantes

    Não me fales do amor e da paixão
    Nem das outras avarias do teu peito
    Não me fales dessa tua solidão
    E temos um crime perfeito

    Bebe um copo. Baixa a aba do chapéu
    Esconde a cara e vais ver que faz efeito
    No final vamos todos para o céu
    E temos um crime perfeito

    Não me digas o que não quero saber
    Deixa a sorte ditar a sua sentença
    Cala a boca. Deixa o tempo resolver
    Vais ver que o crime compensa

    Não me fales do amor e da paixão
    Nem das outras avarias do teu peito
    Não me fales dessa tua solidão
    E temos um crime perfeito

    Música: Manuel Paulo
    Publicada por j. monge
    http://versalhadas.blogspot.com

    ResponderExcluir
  5. Marie,

    Matar alguns personagens foi até bem prazeroso. Foi um crime perfeito, ninguém reclamou e eles simplesmente desapareceram do meu "ecran" . Não conheço essa música, mas adorei a letra. Você me conhece bem.

    Beijos,

    Terráqueo

    ResponderExcluir
  6. Marie,

    Acho que teve um comentário teu que eu não respondi. Eu publiquei e não encontrei. Você se lembra qual era?

    Beijos,

    Terráqueo

    ResponderExcluir
  7. Boh!!! Eu fiz um comentariozinho no texto do Giacometti e nāo vi, mas sei lá, a pessoa fala (escreve) tanto, se mete e implica, que depois nem lembra.
    Ainda há pouco mesmo, quase me meti no teu papa com a Bipede.
    Com catarinas há que se ter muito cuidado.
    Beijo krido. Que bom que gostasses do Monge. Ele é genial.

    ResponderExcluir
  8. Se meta sempre por favor. Um grande beijo,

    Terráqueo

    ResponderExcluir

Encontrei seres