sexta-feira, 11 de junho de 2010

E Vadim criou a Bardot

E deus criou a mulher.

Esse filme de 1956 vale a pena ser revisto. Trata de um triângulo amoroso formado por uma mulher que casa com o irmão do homem por quem está apaixonada. A fotografia do filme que se passa em Saint Tropez, a trilha sonora, e a Bardot são impagáveis. Embora alguns aspectos do filme para a moral desse milênio estejam superados, o conflito principal poderia acontecer nos dias de hoje. O que para mim começou como um filme tolo, foi crescendo, se tornando imprevisível, com um suspense bárbaro, e com uma análise social impressionante. Roger Vadim também explorou os aspectos psicológicos dos personagens com maestria. Era sem dúvida um grande diretor. Nota 1000 para o filme. É um show. Quanto a BB, ela supera tudo o que se pode imaginar, sem jamais ser explícita ou óbvia. Está mais do que explicada a razão de ter se tornado um símbolo sexual por várias décadas. Roger Vadim fez dela sua mulher e uma estrela. Quando ela dança o mambo, está de enlouquecer. Na época em que o filme foi lançado, os padrecos não aguentaram e conseguiram que fosse proibido em vários países. Freud explica. Se você não tiver uma Bípede Irmã para lhe dar a caixa de DVDs da Bardot, corra para a loja mais próxima e compre você mesmo. Vale muito a pena.



Um comentário:

Encontrei seres