quarta-feira, 28 de julho de 2010

Lugares Familiares

Perdido na estação longínqua, a dificuldade de pegar um taxi ou ônibus era imensa. A noite chegava, e o local era perigoso e decadente. Quando menos esperava, encontrou uma grande amiga e seu marido que, por alguma razão inexplicável, também estavam naquela redondeza. Começaram a caminhar procurando um caminho, e chegaram a uma praça com filas de estátuas e carramanchões. De alguma forma ele reconheceu o lugar, e lembrou imediatamente da cidade. Ele entendeu tudo. Seus amigos entraram em um ônibus para turistas reservado com antecedência, e partiram enquanto podiam. Sozinho, novamente, entrou em um beco, no qual havia um bar fechado. De uma nesga, pôde avistar o mar e a cidade cercada por fábricas e guindastes. Decidiu que iria invadir a cidade, mas que depois voltaria ao bar para descobrir que criaturas sentavam em suas cadeiras.

4 comentários:

  1. Gostei do tom de mistério. Tem um pouco de "história fantástica". Muito bom.

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  2. Obrigado. Embora tenha narrado, ainda não desvendei essa história por inteiro. Estou curioso para saber o destino do personagem. Abraço.

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  3. Você está escrevendo cada vez melhor. Está se soltando e o resultado é incrível!

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  4. Bípede,
    Você e os demais blogueiros estão me ajudando muito nesse desenvolvimento do ato de escrever e de se soltar. Beijos

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Encontrei seres