sábado, 28 de agosto de 2010

Viva o cinema francês - Coco Chanel e Igor Stravinsky

Denso, triste, lento, inspirador, belíssimo e imperdível. Essas são as palavras que me ocorreram ao sair do cinema. A história começa em 1911, quando Stravinsky e Nijinksy mostram em Paris uma música e um balé (Le sacre du printemps) totalmente revolucionários para a época, que geraram imensa reação desfavorável ao público acostumado com Tchaikowsky e com o balé clássico. Nessa estréia tumultuada, Stravinsky foi apresentado a Chanel, que ficou completamente hipnotizada pela sua música. Em 1920, exilado pela Revolução Comunista, ele aceita o convite de Mademoiselle Chanel para se estabelecer na sua casa de campo com a família. Como já era de se esperar, acabou surgindo um ruidoso romance, que inspirou ambos os gênios. Está em Cartaz no Rio. Não percam.

6 comentários:

  1. Também assistí hoje por aqui, viu?
    Amei o filme. Muito bem feito, criativo, tem uma fotografia belíssima e, claro, Stravinsky!
    Não sei exatamente o quanto tem de ficção naquela estória toda, mas de qualquer forma, da maneira como foi colocada dá pra se pensar
    muita coisa sobre o que é uma paixão impetuosa e vibrante, tanto quanto a música do compositor. Quando ela nos toma ou nos "invade" passa por cima de tudo e de todos, feito um trator. Chanel era uma mulher que além de muito inteligente, estava à frente daquela sociedade conservadora. Curiosamente, sentiu-se atraída por um homem musicalmente revolucionário, mas extremamente conservador em sua vida privada. Coisas da vida, contradições humanas, simplesmente...

    Gostei de tua "visita de médico", rs
    Na próxima espere um pouco, pra tomar nem que seja um cafezinho....kakakakaá

    Beijo

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  2. Pesquisei na Internet e havia realmente rumores de um romance de Stravinsky com a Coco. O fato é que ele ficou casado com a primeira mulher por 33 anos, e que em 1921 ele começou um caso com aquela que seria seu grande amor e segunda mulher. Se houve alguma coisa entre Coco e ele, parece que foi somente no ano de 1920 mesmo. De qualquer forma, o fato de ela ter investido nele é o dado realmente significativo. Gostei muito do filme. Beijos.

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  3. Vou assistir nessa semana de qualquer jeito!

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  4. Só a música do Stravinsky já vale a saída.
    Beijos.

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  5. Tinha certeza que você iria gostar. É cinema de primeira qualidade.

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