sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

New York, 11 days and counting

Não importa se estarei só ou acompanhado. Em Manhattan vou caminhar e cantarolar a Rhapsody in Blue, vou entrar em velhos hotéis, realizar sonhos, bater fotografias em cores e em preto-e-branco, deixar o tempo fluir e ver o que acontece. Chego a achar que o frio e a neve que por lá andam, darão a imponente ilhota um clima ainda mais romântico, que muito agrada a esse ser sentimental. Estou indo para comemorar o que passou, e também para deixar que novas e antigas sensações me invadam os sentidos e me modifiquem um pouco. Se estiver com neve, irei ao Central Park, baterei umas fotos, fugirei para um elegante hotel, pedirei um chá e me esbaldarei com as guloseimas nova iorquinas. Se o tempo estiver mais ameno, vou bater pernas, entrar em lojas, galerias, museus, assistir a concertos, etc., ou, melhor ainda, vou voltar para o hotel, pedir um chá, comer uma torta, me atirar na cama e descansar, porque, afinal, vou estar em férias.

Pôr-do-sol no Arpoador

O pôr-do-sol mexe comigo. Pontua que mais um dia passou, que uma nova noite está a chegar, estimula meus sonhos, minhas fantasias. Enfim, me faz querer viver mais, que o dia de amanhã chegue logo, ainda que seja para vê-lo nascer e fugir novamente. No Rio, a chama do Sol se apaga no mar, e é quase possível escutar o barulho da água chiando. Gostaria de poder desfrutar desses momentos com cada um de vocês pessoalmente, mas enquanto não é possível, divido essas fotos, batidas em sequência, sem nenhum filtro ou programa para salientar as cores. O Rio de Janeiro é simplesmente lindo. Beijos e boa noite. Amanhã o Sol voltará.

"Quero a vida sempre assim, com você perto de mim, até o apagar da velha chama."

















‎"Desmaia o sol
E o barquinho a deslizar
E a vontade de cantar
Céu tão azul
Ilhas do sul
E o barquinho é um coração
Deslizando na canção
Tudo isso é paz
Tudo isso traz
Uma calma de verão e então
O barquinho vai
A tardinha cai
O barquinho vai"









quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Centro Cultural Justiça Federal

O belo prédio de arquitetura eclética, projetado em 1907, pelo arquiteto sevilhano Adolpho Morales de Los Rios, originalmente destinado a Mitra Arquiespiscopal do Rio de Janeiro, sede do Supremo Tribunal Federal de 1909 a 1960, a partir de 2001, tornou-se um centro cultural em plena Cinelândia, no Rio de Janeiro. O capricho e o cuidado da restauração revela o trabalho de uma equipe séria e competente. A arquitetura tem grande influência francesa, com uma impressionante escadaria em mármore de Carrara e em ferro batido, no melhor estilo "art noveau". Uma das coisas que mais chamaram minha atenção, foram as portas com entalhes simbolizando a justiça, do artista português Manoel Ferreira Tunes. Hoje funcionam nesse Centro Cultural 16 salas de exposições, um teatro muito charmoso, com uma programação bem interessante (atualmente com duas peças em cartaz, uma baseada em poemas de Fernando Pessoa e outra em poemas de Mario Quintana), e uma sala de cinema destinada a filmes de arte. As exposições mostram obras contemporâneas. Algumas delas eu realmente gostei, outras classificaria como instigantes. Como se não bastasse, tem um charmoso café, ótimo para ir no horário do almoço. Mais uma pequena jóia no centro do Rio de Janeiro.

























Encontrei seres