sábado, 15 de janeiro de 2011

Fazendo as pazes com Nova Iorque

Feliz de poder ver "La Boheme" no Metropolitan, dia 10 de fevereiro e de no dia 11, assistir Al Pacino, em uma das melhores obras de Shekespeare, "O mercador de Veneza". Contado os dias. Esse tempo não passa.

Interessante esses comentário capturados da "Wikipedia":
"La Bohème é um exemplo de uma ópera proletária. Até a época em que Puccini compôs La Bohème, quase todos os personagens de ópera tinham sido reis, príncipes, nobres, guerreiros, deuses ou heróis da mitologia grega. Os personagens de La Bohème são intelectuais proletários que não têm dinheiro para pagar o aluguel. Assim como Violetta Valéry em La Traviata de Verdi, a protagonista da ópera de Puccini morre de tuberculose. Mas, ao contrário de Violetta, Mimì não é nenhuma cortesã dos salões elegantes de Paris; ela não passa de uma pobretona da periferia. Antes do sucesso de Manon Lescaut, o próprio Puccini conheceu grande pobreza. A 3 de abril de 1890, ele escreveu a seu irmão Michele, que então vivia na Argentina: Se tu conseguires achar algum jeito de eu ganhar dinheiro, eu vou aí juntar-me a ti. Existe alguma possibilidade? Eu estou disposto a abandonar tudo que tenho aqui. Escreve-me com frequência, e conta-me tudo o que estás fazendo. Ontem eu trabalhei até as 3 horas da madrugada, e depois comi umas cebolas. Os teatros daqui são miseráveis, e as platéias cada vez mais difíceis de satisfazer. Que Deus me ajude. Estou preparado para ir se tu me escreveres, mas aviso que vou precisar de dinheiro para a viagem. Michele respondeu: Não venhas para cá. Tu não imaginas o que estou passando. Tenho trabalhado feito um condenado e não consigo guardar nenhum dinheiro, devido ao alto custo de vida. [carece de fontes] A vida boêmia que Puccini vivia na época também era muito semelhante à dos personagens de La Bohème. A humanidade de seus personagens e a partitura de Puccini tornam La Bohème uma das óperas mais famosas do compositor.
A ópera inspirou o musical RENT, de Jonathan Larson, a segunda maior bilheteria da Broadway. No musical, mudam-se os nomes dos ligares e personagens e contextualiza-se a estória no boêmio East Village de Nova York no fim dos anos 80."


Achei esse resuminho no Google:
"Trata-se de uma das obras mais polêmicas do célebre dramaturgo inglês. Escrito no findar dos anos 1500, época em
que os judeus estiveram ausentes da Inglaterra (foram expulsos em 1290, e só seriam novamente aceitos em 1655), capta as chocantes caricaturas feitas pelos ingleses.
Em O Mercador de Veneza, o personagem que mais chama a atenção
não é o mocinho, e sim o vilão, criado para dar um tom cômico à peça.
Trata-se do agiota e judeu _ daí a polêmica _ Shylock, retratado como
indivíduo desprezível. A vítima, o cristão Antônio, cidadão bem
sucedido de Veneza, faz um contrato atípico com o agiota, penhorando
453 gramas de sua própria carne. Agora, o vilão faz questão de tal
medonha extração, o que levaria Antônio a morte. O que se observa é a
velha e infeliz máxima anti-semita. O judeu ?do mal?, quer sangue do bom cristão?.
Durante anos, tal peça foi encenada, sempre ascendendo discussões, ou mesmo pregando o anti-semitismo. Nos territórios nazistas, por exemplo, essa se tornou a peça mais popular de Shakespeare nos anos 30 e 40. Após a Segunda Guerra Mundial, a história tornou-se constrangedora e passou a ser exibida somente com interpretações mastigadas, tentando expor inclusive as mazelas do preconceito sofrido pelo próprio Shylock. O autor, em seu original, também busca trabalhar com o emocional do vilão, o mostrando como humano em suas características sentimentais. O fato é que o dramaturgo inglês foi certamente influenciado pela onda deletéria aos judeus, presente em sua época.
Todavia, é a índole e as convicções ideológicas do leitor ou do expectador de O mercador de Veneza, que vai relativizar ou aceitar a pilhagem anti-semita integralmente."

3 comentários:

  1. Se eu fosse repórter, ia querer ser correspondente em Nova Iorque. Bjs.

    ResponderExcluir
  2. Regina,

    Essa é uma boa ideia. Nunca é tarde para começar a realizar os sonhos. Life is short. Enjoy it.
    Beijos.

    ResponderExcluir
  3. E como dizem os fabricantes da LG, life is good! Bjos e boas férias!!

    ResponderExcluir

Encontrei seres