sexta-feira, 29 de julho de 2011

Lançamento do Livro "A Arte de Sansão C. Pereira"

Belíssima a homenagem prestada pela Marinha e pela Academia Brasileira de Belas Artes a um dos mais expressivos artistas brasileiros, Sansão C Pereira, que nessa sexta-feira a noite lançou o livro “A Arte de Sansão C. Pereira”. Para quem não reconhece o trabalho desse consagrado artista, os painéis do Galeão e do novo terminal do Aeroporto Santos Dumont, são de sua autoria. O lançamento foi na Escola Naval, que por si só já vale a pena ser visitada. Agradeço ao Imortal da Academia Brasileira de Belas Artes, Paulo Amaral, o convite para o evento. O livro conta com cerca de 800 ilustrações, e foi publicado pela Editora Luzes. Dentre as frases de Sansão reproduzidas no livro esta foi a que mais me encantou:

"Ama! Ama desesperadamente a ti e a todos, porque se não amas
se fores incapaz de sentir o delírio da paixão
és indigno do Sol que te ilumina e da Lua que te consola."


Call me



"If you're feeling sad and lonely
There's a service I can render
Tell the one who loves you only
I can be so warm and tender
Call me, don't be afraid, you can call me
Maybe it's late, but just call me
Tell me, and I'll be around ...
When it seems your friends desert you
There's somebody thinking of you
I'm the one who'll never hurt you
Maybe that's because I love you
Call me, don't be afraid, you can call me
Maybe it's late, but just call me
Tell me, and I'll be around ...
Now don't forget me
'Cause if you let me
I will always stay by you
You've got to trust me
That's how it must be
There's so much that I can do ...
If you call I'll be right with you
You and I should be together
Take this love I long to give you
I'll be at your side forever
Call me, don't be afraid, you can call me
Maybe it's late, but just call me
Tell me and I'll be around ... "

Mel

Mel, linda Mel, que é linda e sabe que é. Você adoça minha vida.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Mas afinal, isto aqui o que é?



"Pátria Minha

A minha pátria é como se não fosse, é íntima
Doçura e vontade de chorar; uma criança dormindo
É minha pátria. Por isso, no exílio
Assistindo dormir meu filho
Choro de saudades de minha pátria.

Se me perguntarem o que é a minha pátria direi:
Não sei. De fato, não sei
Como, por que e quando a minha pátria
Mas sei que a minha pátria é a luz, o sal e a água
Que elaboram e liquefazem a minha mágoa
Em longas lágrimas amargas.

Vontade de beijar os olhos de minha pátria
De niná-la, de passar-lhe a mão pelos cabelos...
Vontade de mudar as cores do vestido (auriverde!) tão feias
De minha pátria, de minha pátria sem sapatos
E sem meias pátria minha
Tão pobrinha!

Porque te amo tanto, pátria minha, eu que não tenho
Pátria, eu semente que nasci do vento
Eu que não vou e não venho, eu que permaneço
Em contato com a dor do tempo, eu elemento
De ligação entre a ação o pensamento
Eu fio invisível no espaço de todo adeus
Eu, o sem Deus!

Tenho-te no entanto em mim como um gemido
De flor; tenho-te como um amor morrido
A quem se jurou; tenho-te como uma fé
Sem dogma; tenho-te em tudo em que não me sinto a jeito
Nesta sala estrangeira com lareira
E sem pé-direito.

Ah, pátria minha, lembra-me uma noite no Maine, Nova Inglaterra
Quando tudo passou a ser infinito e nada terra
E eu vi alfa e beta de Centauro escalarem o monte até o céu
Muitos me surpreenderam parado no campo sem luz
À espera de ver surgir a Cruz do Sul
Que eu sabia, mas amanheceu...

Fonte de mel, bicho triste, pátria minha
Amada, idolatrada, salve, salve!
Que mais doce esperança acorrentada
O não poder dizer-te: aguarda...
Não tardo!

Quero rever-te, pátria minha, e para
Rever-te me esqueci de tudo
Fui cego, estropiado, surdo, mudo
Vi minha humilde morte cara a cara
Rasguei poemas, mulheres, horizontes
Fiquei simples, sem fontes.

Pátria minha... A minha pátria não é florão, nem ostenta
Lábaro não; a minha pátria é desolação
De caminhos, a minha pátria é terra sedenta
E praia branca; a minha pátria é o grande rio secular
Que bebe nuvem, come terra
E urina mar.

Mais do que a mais garrida a minha pátria tem
Uma quentura, um querer bem, um bem
Um libertas quae sera tamem
Que um dia traduzi num exame escrito:
"Liberta que serás também"
E repito!

Ponho no vento o ouvido e escuto a brisa
Que brinca em teus cabelos e te alisa
Pátria minha, e perfuma o teu chão...
Que vontade de adormecer-me
Entre teus doces montes, pátria minha
Atento à fome em tuas entranhas
E ao batuque em teu coração.

Não te direi o nome, pátria minha
Teu nome é pátria amada, é patriazinha
Não rima com mãe gentil
Vives em mim como uma filha, que és
Uma ilha de ternura: a Ilha
Brasil, talvez.

Agora chamarei a amiga cotovia
E pedirei que peça ao rouxinol do dia
Que peça ao sabiá
Para levar-te presto este avigrama:
"Pátria minha, saudades de quem te ama...
Vinicius de Moraes."

terça-feira, 26 de julho de 2011

Brasil Pandeiro

Apesar da bagunça, da corrupção e da impunidade, que coisa boa ser brasileiro. Brasil eu te amo.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Ballet Kirov no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

O Ballet Kirov, com 273 anos de sucesso absoluto, apresentará o Lago dos Cisnes no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, de 31 de agosto a 05 de setembro de 2011. Os ingressos estão terminando rápido. Corram para a bilheteria por favor. Esse blogueiro sortudo conseguiu um ingresso para a estreia.

Nabucco no Theatro Municipal do Rio

A espetácular Ópera de Verdi volta aos palcos cariocas depois de 14 anos, com uma produção de mais de 400 pessoas. A ária "Vá, Pensiero" ficou tão famosa no século XIX, que os italianos que ainda não haviam unificado a Itália (estavam sob o domínio da Austria e da Espanha), a adotaram como canção nacional.


O cenário é monumental, moderno, mas com referências a Jarusalém e à Babilônia. Categoria imperdível.

Simplesmente adorei.

domingo, 24 de julho de 2011

Corcovado - Quiet Nights

"Quero a vida sempre assim, com você perto de mim, até o apagar da velha chama... ao encontrar você eu conheci o que é felicidade meu amor."

Porque ontem foi Sábado

















Candelária

Centro Cultural Banco do Brasil












Casa França-Brasil - Anima Mundi










sábado, 16 de julho de 2011

Imaginando mais ainda

Ando a imaginar tantas coisas. O que pode acontecer, o que poderia ter acontecido, e o que realmente aconteceu. Imagino coisas boas e tristes, e que há uma vida inteira pela frente. Mas nada disso é realidade ainda. Tudo pode até mesmo não acontecer, e eu posso parar de imaginar muito antes do que eu queria. Enquanto espero meus sonhos ou pesadelos acontecerem, imagino mais e mais, e tento caminhar em frente.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Quando, quando, quando

Quando eu reli a tua carta, amarelada pelo tempo, eu revi o teu rosto, senti novamente a tua pele, e lembrei de quando, quando, quando eu queria tanto estar próximo de ti.


Tell me when will you be mine
Tell me quando, quando, quando
We can share a love divine
Please don't make me wait again

When will you say yes to me
(When will you say yes to me)
Tell me quando, quando, quando
(Tell me quando, quando, quando)
You mean happiness to me
(You mean happiness to me)
Oh my love, please tell me when

Every moment's a day
(Every moment's a day)
Every day seems a lifetime
(Every day seems like a lifetime)
Let me show you the way
(Let me show you the way)
To a joy beyond compare

(I can't wait a moment more)
(Tell me quando, quando, quando)
Tell me quando, quando, quando
(Just say it's me that you adore)
And then darling, tell me when

Every moment's a day
(Every moment's a day)
Every day seems a lifetime
Let me show you the way
(Let me show you the way)
To a joy beyond compare

I can't wait a moment more
(I can't wait a moment more)
Tell me quando, quando, quando
Say it's me that you adore
And then darling, tell me when
Oh my darling, tell me when
And then darling, tell me when
Oh my darling, tell me when
Oh when

Quando, Quando, Quando
Diga-me quando você será minha
Diga-me quando, quando, quando
Nós podemos compartilhar um amor divino
Por favor, não me faça esperar novamente

Quando você dirá sim para mim?
Diga-me quando, quando, quando
Você significa felicidade para mim
Oh, meu amor, diga-me quando
Você significa felicidade para mim
(Você significa felicidade para mim)
Oh, meu amor, por favor me diga quando

Todo momento é um dia
(Todo momento é um dia)
Todo dia parece uma vida inteira
(Todo dia parece uma vida inteira)
Deixe-me mostrar-lhe o caminho
(Deixe-me mostrar-lhe o caminho)
Para uma felicidade sem comparação

(Eu não posso esperar nem um momento a mais)
(Diga-me quando, quando, quando)
Diga-me quando, quando, quando
(Apenas diga se sou quem você adora)
E então querida, diga-me quando

Todo momento é um dia
(Todo momento é um dia)
Todo dia parece uma vida inteira
Dexe-me mostrar-lhe o caminho
(Deixe-me mostrar-lhe o caminho)
Para uma vida sem comparação

Eu não posso esperar nem um momento a mais
(Eu não posso esperar nem um momento a mais)
Diga-me quando, quando, quando
Diga que sou eu quem você adora
E então, amor, diga-me quando
Oh, meu amor, diga-me quando
E então, amor, diga-me quando
Oh, meu amor, diga-me quando
Oh quando

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Imagina

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domingo, 10 de julho de 2011

Salvador - Exposição Solitudes de Lucia Alfaya e Moniz Fiappo

Maravilhosa a exposição Solitudes de Lucia Afaya e Moniz Fiappo, na Galeira do Conselho (Palácio da Aclamação), que abriu em 08 de julho e estará aberta a visitação até 08 de agosto. Só isso, já valeu a viagem. A Bahia realmente esbanja talento.

Trabalhos de Lucia Alfaya






Trabalhos de Moniz Fiappo







Salvador se confunde com a própria história do Brasil, e ainda por cima tem uma natureza exuberante. Simplesmente maravilhosa.







































































Encontrei seres