terça-feira, 30 de agosto de 2011

Kirov estreia dia 31 de agosto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro com o "Lago dos Cisnes".

Mais um sonho que se realiza. Agradeço aos deuses da dança e da música.

Momento mágico na Ópera de Roma - Berlusconi derrubado por Verdi



Reproduzo este texto que recebi de um amigo. Impressionante como a música de Verdi ainda desempenha um papel político importante na Itália. Ressalto que não foi só na Itália que "Va Pensiero" causou uma comoção na platéia e teve que ser repetida. Isso aconteceu no Municipal no mês passado. Meu comentário sobre a apresentação de Nabuco no Theatro Municipal está na postagem do dia 26 de julho passado.

"Momento mágico na Ópera de Roma !

Maravilhoso!!!!! Emocionante !!!!!
Vale a pena ler o texto. Depois clicar no link para ver o vídeo.

Silvio Berlusconi derrubado por ... Giuseppe Verdi

Em 12 de março último a Itália festejava o 150º aniversário de sua criação. Nessa ocasião foi levada, na Ópera de Roma, uma representação da ópera mais simbólica da unificação italiana: “Nabuco”, de Verdi, com a regência de Ricardo Muti .

Nabuco de Verdi é uma obra ao mesmo tempo musical e política: ela evoca o episódio da escravidão do povo judeu na Babilônia, e o famoso canto “Va pensiero” é o canto dos escravos oprimidos, saudosos de sua pátria (Vai pensamento, sobre asas douradas ...). Na Itália essa ária é o símbolo da luta que se travava, em torno de 1840, pela liberdade da Itália, então sob domínio do império austríaco dos Habsburgos. Verdi foi participante e símbolo dessa luta, e a ópera foi escrita nessa época.

Antes da representação Gianni Alemanno, prefeito de Roma e ex-ministro de Berlusconi, subiu ao palco para pronunciar um discurso denunciando os cortes no orçamento da cultura do governo central. Esta intervenção política, em um momento cultural dos mais simbólicos para a Itália, iria produzir um efeito inesperado, ainda mais que o próprio Berlusconi estava assistindo o espetáculo.

Ouvido pelo Times, Ricardo Muti, o regente, conta que foi uma verdadeira noite de revolução: “Bem no início houve uma grande ovação por parte do público. Depois, começamos a ópera. Ela se desenvolvia muito bem mas, quando chegamos ao famoso canto “Va pensiero”, eu imediatamente senti que a atmosfera se tornara tensa entre o público. Existem coisas que você não pode descrever, mas que você sente. Antes, era o silêncio do público que reinava. Mas, no momento em que sentiram que “Va pensiero” ia começar, o silêncio se encheu de verdadeiro fervor, Podíamos sentir a reação visceral do público à lamentação dos escravos, que cantavam “...oh, minha pátria, tão bela e perdida!”. Enquanto o coro chegava ao fim, alguns dentre o público já gritavam por bis. O público começava a grita “Viva a Itália!” e “Viva Verdi”. As pessoas dos lugares das galerias mais altas, e mais baratas, começaram a jogar papeis cheios de mensagens patrióticas – alguns querendo “Ricardo Mutti, senador vitalício”.

Terminada a transcrição das declarações de Muti, é interessante lembrar um significado particular da mensagem “Viva Verdi”. Na época das lutas pela libertação do domínio austríaco, a meta era a unificação da Itália, sob o mando do então rei do Piemonte e Sardenha, Vittorio Emanuele. Os ativistas da unificação gritavam e escreviam nos muros, por toda a Itália, “Viva VERDI”. Sob o disfarce da grande popularidade do compositor o que se ouvia era, retendo apenas as primeiras letras após o viva: “Viva Vittorio Emanuele Re D’Italia!”.

Ainda que houvesse um precedente, em 1986 um bis fora concedido no La Scala, em Milão, Muti hesitava em Roma. Para ele uma ópera deve fluir do início ao fim. “Eu não queria simplesmente tocar um bis. Era preciso que houvesse um propósito particular”, recordou Muti. Mas o público já tinha despertado nele o sentimento patriótico. Em um gesto teatral o regente se virou em seu pódio, fazendo frente, ao mesmo tempo, ao público e a
Berlusconi. E eis o que se passou, depois que os apelos por um bis se calaram, e que se escutou, vindo da plateia, um “Viva Itália!”.

Muti: “Sim, estou de acordo com isso, “Viva a Itália!” mas, não tenho mais 30 anos, e tendo vivido minha vida como um italiano que muito andou pelo mundo, tenho vergonha do que se passa em meu país. Então cedo ao seu pedido de bis para “Va pensiero”. Mas não é somente pela alegria patriótica que sinto presente, mas porque esta noite, enquanto eu dirigia
o coro que cantava “Oh, meu país, belo e perdido”, eu pensei que se nós continuarmos assim nós vamos matar a cultura, sobre a qual se construiu a história da Itália. Nesse caso, nós e a nossa pátria, seremos verdadeiramente “belos e perdidos” [Irrompem aplausos, inclusive dos artistas em cena].

Muti: “Desde que aqui reina um “clima italiano” eu, Muti, permaneci calado por muitos e longos anos. Eu gostaria agora ... nós deveríamos dar um sentido a esse canto; como nós estamos em casa, o teatro da capital, e com um coro que cantou de forma magnífica, e que foi acompanhado magnificamente, se vocês quiserem, eu lhes proponho que se juntem a nós,
para que cantemos juntos.”

Foi então que ele convidou o público a cantar com o coro dos escravos. “Eu vi grupos de pessoas se levantando. Toda a Ópera de Roma se levantou. E o coro, no palco, também se levantou. Esse foi um momento mágico na Ópera.
Aquela noite não foi somente uma apresentação de Nabucco, mas foi igualmente uma declaração do teatro da capital dirigida aos políticos.”

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Primaveras

Quando eu era menino, setembro era anunciado ao som de tambores e marchas, que para mim significavam que a primavera não tardaria a chegar, que o Sol apareceria mais cedo, e que os campos estariam verdes e floridos, a espera de quem soubesse apreciar. A sensação que a primavera me causava era extraordinária. Hoje, talvez por já me encontrar perto do meu outono pessoal, não tenho mais essa impressão. Tudo ficou confuso e as estações da minha vida não respeitam mais o calendário de um único hemisfério, muito menos possuem algum significado. Mesmo assim, quando vai entrar setembro, lembro daquelas primaveras, e uma doce saudade me invade.

sábado, 27 de agosto de 2011

E o minuano soprava forte

Na minha terra, o vento minuano trazia sons, vozes e aromas que jamais encontrei em outras paradas. Havia fogueiras em noites estreladas sobre campos ondulados, rodas de viola e, mais importante do que isso, a inquietação da juventude diante de infinitos caminhos a serem percorridos. Os caminhos que segui foram inesperados até para mim, às vezes tortuosos, às vezes ladeira abaixo, mas o sopro do minuano foi tão forte, que sigo a caminhada de cabeça erguida.

Noites insones

Embora o calor do verão me sufoque, são nas noites de inverno que eu fico pior, a lutar contra a dor, o frio e a insônia que chegam quando sou despertado pela memória do olhar que se cerrou.

Gal Costa Live at the Blue Note

Feliz com esse achado na livraria Argumento do Rio. Esse disco está inacreditável.

Não encontrei um bom vídeo do Show, mas essa música ela canta divinamente, além de diversas obras-primas de Tom Jobim, Vinicius, Carlos Lyra, Dorival Caymmi e Ary Barroso dentre outros.

Lenda Viva - Poema de Cris de Souza


Lenda Viva

venta a vontade
de vibrar barco
velejar no arco
íris do mar

ou serenar areia
como sereia cantar

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O Mar Serenou

Saudades de Clara Nunes, uma das mais afinadas cantoras que o Brasil já teve. Mesmo depois de tantos anos, sua voz e sua música serenam e ao mesmo tempo embalam a minha vida.



O Mar Serenou
Clara Nunes
O mar serenou quando ela pisou na areia
Quem samba na beira do mar é sereia
O pescador não tem medo
É segredo se volta ou se fica no fundo do mar
Ao ver a morena bonita sambando
Se explica que não vai pescar
Deixa o mar serenar
O mar serenou quando ela pisou na areia
Quem samba na beira do mar é sereia
A lua brilhava vaidosa
De si orgulhosa e prosa com que deus lhe deu
Ao ver a morena sambando Foi se acabrunhando então adormeceu o sol apareceu
O mar serenou quando ela pisou na areia
Quem samba na beira do mar é sereia
Um frio danado que vinha
Do lado gelado que o povo até se intimidou
Morena aceitou o desafio Sambou e o frio sentiu seu calor e o samba se esquentou
O mar serenou quando ela pisou na areia
Quem samba na beira do mar é sereia
A estrela que estava escondida
Sentiu-se atraída depois então
apareceu
Mas ficou tão enternecida Indagou a si mesma a estrela afinal será ela ou sou eu
O mar serenou quando ela pisou na areia
Quem samba na beira do mar é sereia

Essa moça tá diferente

O tempo vai e o tempo vem, estamos todos tão diferentes, mas eu não me cansei de cantar.

"Essa moça tá diferente
Já não me conhece mais
Está pra lá de pra frente
Está me passando pra trás
Essa moça tá decidida
A se supermodernizar
Ela só samba escondida
Que é pra ninguém reparar
Eu cultivo rosas e rimas
Achando que é muito bom
Ela me olha de cima
E vai desinventar o som
Faço-lhe um concerto de flauta
E não lhe desperto emoção
Ela quer ver o astronauta
Descer na televisão
Mas o tempo vai
Mas o tempo vem
Ela me desfaz
Mas o que é que tem
Que ela só me guarda despeito
Que ela só me guarda desdém
Mas o tempo vai
Mas o tempo vem
Ela me desfaz
Mas o que é que tem
Se do lado esquerdo do peito
No fundo, ela ainda me quer bem
Essa moça tá diferente (etc.)
Essa moça é a tal da janela
Que eu me cansei de cantar
E agora está só na dela
Botando só pra quebrar
Mas o tempo vai (etc.)"

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Sua Estupidez

Minha estupidez é imensa, mas não o suficiente para esquecer um grande amor, como o meu pela Gal e pelas músicas do Roberto e do Erasmo, por exemplo.

Meu bem
Meu bem
Você tem que acreditar em mim
Ninguém pode destruir assim
Um grande amor
Näo dê ouvidos à maldade alheia
E creia
Sua estupidez não lhe deixa ver que eu te amo
Meu bem
Meu bem
Use a inteligência uma vez só
Quantos idiotas vivem só
Sem ter amor
E você vai ficar também sozinha
E eu sei porque
Sua estupidez não lhe deixa ver que eu te amo
Quantas vezes eu tentei falar
Que no mundo não há mais lugar
Prá quem toma decisões na vida sem pensar
Conte ao menos até três
Se precisar conte outra vez
Mas pense outra vez
Meu bem
Meu bem
Meu bem
Eu te amo
Meu bem
Meu bem
Sua incompreensão já é demais
Nunca vi alguém tão incapaz
De compreender
Que o meu amor é bem maior que tudo
Que existe
Mas sua estupidez não lhe deixa ver
Que eu te amo

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Thiago Arancam no elenco de Tosca no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

O brasileiro Thiago Arancam, um dos mais importantes tenores da atualidade, estará no elenco de Tosca nos dias 11, 14 e 18 de setembro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Thiago foi vencedor do concurso lírico internacional Operalia 2008, organizado pelo tenor Placido Domingo, onde ganhou três prêmios: Prêmio Zarzuela, Prêmio do Público, e Segundo Prêmio Ópera. Atualmente é um dos tenores mais requisitados na Europa e nos Estados Unidos. Os ingressos esgotarão rápido. Vale correr para a bilheteria.

domingo, 21 de agosto de 2011

sábado, 20 de agosto de 2011

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Vida Dura

Temos que ser duros, fortes, espertos, legais. Ai que cansaço. Não dá para ser apenas um ser mortal, cheio de limitações?

Partindo

Em processo de desintegração molecular, prestes a ser levado pelo vento para um lugar bem longe, mas sem pressa alguma.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Acorda, vem ver a lua

Melodia Sentimental

Composição: Heitor Villa Lobos e Dora Vasconcelos
acorda, vem ver a lua
que dorme na noite escura
que surge tão bela e branca
derramando doçura
clara chama silente
ardendo meu sonhar
As asas da noite que surgem
e correm o espaço profundo
oh, doce amada, desperta
vem dar teu calor ao luar
Quisera saber-te minha
na hora serena e calma
a sombra confia ao vento
o limite da espera
quando dentro da noite
reclama o teu amor
Acorda, vem olhar a lua
que brilha na noite escura
querida, és linda e meiga
sentir meu amor e sonhar

Deixa o coração falar

Eu pago um alto preço por deixar meu coração falar, mas vou deixar sempre. Pior seria não deixar.


Composição Baden Powell/Vinícius de Moraes
Deixa
Deixa quem quiser falar, meu bem
Deixa
Deixa o coração falar também
Porque ele tem razão demais
Quando se queixa
Então a gente deixa, deixa, deixa, deixa
Ninguém vive mais do que uma vez
Deixa
Diz que sim pra não dizer talvez
Mas vê se deixa
A paixão também existe
Deixa
Não me deixe ficar triste

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Bejart Ballet Lausanne - A Sagração da Primavera

A Sagração da Primavera conta a história de uma jovem que queria ser sacrificada como oferenda de primavera, para que seu povo pudesse ter uma boa colheita. A música de Stravinsky revolucionou a música erudita, sendo considerada um marco do modernismo, e a coreografia de Nijinsky gerou o maior escândalo na sua época. Essa história foi contada em detalhes no filme Coco Chanel & Igor Stravinsky. Vale a pena também ver a coreografia de Bejart.

domingo, 14 de agosto de 2011

Luzes da Cidade no Theatro Municipal do Rio de Janeiro II

Em meados dos anos 70, quando eu tinha uns 10 anos de idade, meus pais levaram a mim e as minhas duas irmãs mais jovens a um cinema na capital (Porto Alegre). O nome do cinema era Vitória, e havia sido concebido provavelmente nos anos 40. Acostumado com os desenhos animados e com as comédias coloridas e barulhentas das matinês de Vacaria, ao chegar no cinema minha decepção foi enorme pois o filme, Luzes da Cidade, era em preto e branco e ainda por cima mudo. Cinco minutos após começar a exibição do filme, meu sentimento e a própria percepção sobre cinema haviam mudado para sempre. Fui imediatamente conquistado pelo humor sensível e inteligente de Charles Chaplin, e pela sua música refinada e melódica. Depois de assistir a esse filme, que para o desespero dos demais espectadores foi inteiramente narrado pela minha mãe que detestava que seus adoráveis filhinhos "pequenos" ficassem sem entender a história, passei a esperar ansioso pela oportunidade de assistir aos filmes desse gênio. Na década de 80, nas noites de domingo, ficava acordado até tarde para não perder o Festival Charles Chaplin transmitido pela Globo. Nesse sábado à noite, passados aproximadamente 35 anos, quando a cópia totalmente restaurada começou a ser exibida, com a trilha sonora sendo executada ao vivo pela Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal, a emoção foi muita, desabei a chorar e a sorrir, quase sentindo a presença dos meus pais e das minhas irmãs. Somente hoje percebo o imenso presente que eles me deram naquela noite. Nesse domingo tem mais uma sessão às 17 horas. Os ingressos estão esgotados, mas sempre vale a pena tentar um cambista. Eu consegui.


Vale a pena visitar o Theatro Municipal, que para o seu centenário foi inteiramente restaurado. Depois dessa reforma, é sem dúvida um dos Theatros mais belos e bem equipados do mundo.




Pinturas de Eliseu Visconti


















Pintura de Eliseu Visconti

Pintura de Henrique Bernardelli

Pintura de Eliseu Visconti

















sábado, 13 de agosto de 2011

Luzes da Cidade no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

Essa obra-prima do Chaplin será exibida hoje e amanhã no Theatro Municipal com acompanhamento pela Orquestra Sinfônica do Theatro.


sexta-feira, 12 de agosto de 2011

At the Copa, Copacabana

Going to the Copa, Copacabana, because music and passion are always the fashion at the Copa...


"They were young and they had each other
Who could ask for more?
At the Copa, Copacabana
The hottest spot south of Rio
At the Copa, Copacabana
Music and passion were always the fashion
At the Copa .... they fell in love..."

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Eu te amo


Ah, se já perdemos a noção da hora
Se juntos já jogamos tudo fora
Me conta agora como hei de partir
Ah, se ao te conhecer
Dei pra sonhar, fiz tantos desvarios
Rompi com o mundo, queimei meus navios
Me diz pra onde é que inda posso ir
Se nós nas travessuras das noites eternas
Já confundimos tanto as nossas pernas
Diz com que pernas eu devo seguir
Se entornaste a nossa sorte pelo chão
Se na bagunça do teu coração
Meu sangue errou de veia e se perdeu
Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu
Como, se nos amamos feito dois pagãos
Teus seios ainda estão nas minhas mãos
Me explica com que cara eu vou sair
Não, acho que estás te fazendo de tonta
Te dei meus olhos pra tomares conta
Agora conta como hei de partir.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

One night in heaven


One night in heaven One night in heaven

Sometimes I get to thinking While you are far away
just how much I miss you and how time it ticks away
So sad when we are fighting, too much tension too much hate
Sometimes I need reminding, before it gets too late
Just one moment in my day Take me up to a place
so far away in your heavenly space

Chorus:

One night, one night in heaven When you touch me
You take me up high with the clouds in the sky
One night, one night in heaven When you kiss me
You light up my life, make me feel so alive

While people create problems, lie cheat in vain
Come lay with me in my bed and wash away the pain
Take me on a journey let the pleasure start
Take me on a journey that leads straight to your heart
Just one look I can see in your face
You're my love satellite in orbit with you Such a beautiful place

Repeat chorus

Middle section:

Just give me one night Just give me one night
Just give me one night Just give me one night
Ooh I'm in heaven baby Ooh I'm in heaven baby
I'm in heaven baby I'm in heaven baby

Repeat chorus

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Carolina

"Carolina, nos seus olhos fundos guarda tanta dor, a dor de todo esse mundo
Eu já lhe expliquei, que não vai dar, seu pranto não vai nada ajudar
Eu já convidei para dançar, é hora, já sei, de aproveitar
Lá fora, amor, uma rosa nasceu, todo mundo sambou, uma estrela caiu
Eu bem que mostrei sorrindo, pela janela, ah que lindo
Mas Carolina não viu...
Carolina, nos seus olhos tristes, guarda tanto amor, o amor que já não existe,
Eu bem que avisei, vai acabar, de tudo lhe dei para aceitar
Mil versos cantei pra lhe agradar, agora não sei como explicar
Lá fora, amor, uma rosa morreu, uma festa acabou, nosso barco partiu
Eu bem que mostrei a ela, o tempo passou na janela e só Carolina não viu."

C´est le vent

Que o vento sem tempo leve essas notas até onde a música chegar.

sábado, 6 de agosto de 2011

O Pequeno Nicolau

Sensacional. Assisti somente agora a esse filme e entendi a razão dele estar a quase um ano em cartaz no Rio. Encontrei o DVD na Livraria da Travessa. Lindo e engraçadíssimo. Gargalhadas garantidas

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Karen Blixen

Selecionei algumas frases de Karen Blixen, mais conhecida pelo pseudônimo Isak Dinesen, escritora Dinamarquesa, cuja história foi contada no filme "Out of Africa", baseado no seu romance "A vida na África":

- The earth was made round so we would not see too far down the road.

- I belong to an ancient, idle, wild, and useless tribe... I am a storyteller. I belong to an ancient, idle, wild, and useless tribe... I am a storyteller. I belong to an ancient, idle, wild, and useless tribe... I am a storyteller. Karen Blixen : I belong to an ancient, idle, wild, and useless tribe... I am a storyteller.

- I don't believe in evil, I believe only in horror. In nature there is no evil, only an abundance of horror: the plagues and the blights and the ants and the maggots.

- Africa, amongst the continents, will teach it to you: that God and the Devil are one, the majesty coeternal, not two uncreated but one uncreated, and the Natives neither confounded the persons nor divided the substance.

- There is something about safari life that makes you forget all your sorrows and feel as if you had drunk half a bottle of champagne bubbling over with heartfelt gratitude for being alive.




Encontrei seres