terça-feira, 4 de outubro de 2011

Arte Contemporânea - arte ou entretenimento?

Não me agradam as artes plásticas contemporâneas. Parei no modernismo mesmo, e não consegui realmente gostar das instalações, pinturas e esculturas atuais, salvo algumas exceções que devem existir, mas que eu nunca vi, embora percorra museus e galerias de arte com assiduidade. Considero a arte conceitual uma manifestação cultural, mas não arte propriamente dita. Quanto às obras interativas, acho que são mais objetos de entretenimento do que arte, e ficariam melhor em parques de diversões, em feiras de ciência, do que em museus. Na melhor das hipóteses, servem como um meio de comunicação, como algo que instiga o pensamento, sem no entanto terem valor artístico. Às vezes tenho a impressão de que "marketing" é tudo, de que grande parte dos artistas contemporâneos acordaram um belo dia e decidiram que seriam "artistas", e o que é pior, que as pessoas têm vergonha de dizer que não gostaram ou não entenderam as "obras-primas" expostas nos museus e galerias. A matéria abaixo explica bem minha posição.

5 comentários:

  1. Um achado esse vídeo, adorei o post e assino em baixo. Dei muita risada ouvindo as opiniões sobre as intenções do artista ao pintar a tela. Como se fala bobagem tentando justificar a "profundidade" de uma obra sem significado algum.
    Muito se fala da tirania dos críticos, galerias e museus consagrados, capazes de ciar um grande artista a partir do nada, são como mágicos querendo tornar realidade o que não passa de uma ilusão, mas não se vê nenhum movimento suficientemente forte, bem intencionado e sério para reverter esse triste quadro.

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  2. Jajajaja, genial video, Terráqueo!A gente consume a fama e nao as obras.
    Me faz lembrar do filme Quem caralho é Jackson Pollock? (Who the #$&% Is Jackson Pollock?)- Copio una sinopse:
    Conta a história de Teri Horton, uma caminhoneira norte-americana, que comprou um quadro em um brechó por 5 dólares. Ela ficou estupefata quando um amigo seu olhou para o quadro e disse que poderia ser um Jackson Pollock, que valeria mais de 50 milhões de dólares. A saga de Teri Horton para conseguir provar que seu quadro era um Jackson Pollock original tinha começado.

    Há muitas histórias semelhantes...

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  3. Lúcia, também achei o vídeo engraçadíssimo. Confesso que até entendo os críticos quererem promover alguns artistas para faturarem uns trocos das galerias de arte. O que eu não entendo são as pessoas ficarem quietas e não darem a real. Quando eu vejo que o artista é um engodo, eu logo escrevo no caderno de visitações: "Precisa treinar mais." Bjs.

    Lisarda, não vi esse filme, mas vou procurar o DVD. A sinopse é muito boa. Um grande abraço.

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  4. Há muita pretensão, alguns poucos se acham detentores da cultura e ficam insensando falsos gênios, é que nem a fábula da roupa nova do rei, onde todos fingiam ver o que erá inexistente. beijos

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  5. Nossa, essa analogia com a fábula da roupa nova do rei está perfeita. Bjs.

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