terça-feira, 18 de outubro de 2011

O caminho

A procura de uma estrada reta para cumprir o meu destino, encontro muitas curvas. Algumas suaves, bem protegidas, outras fechadas, perigosas, com baixa visibilidade, cravadas no abismo, e que quase sempre me levam a paradas inesperadas, às vezes alegres, às vezes tristes. Paro, respiro e sigo adiante, sem jamais desistir de encontrar o caminho que me leve ao encontro do meu coração

6 comentários:

  1. Que graça teria o mundo se não houvessem as curvas, suaves ou fechadas? Se tudo fosse linha reta, em movimento retilíneo uniforme, seria tudo uma chatice. Por isso é necessário fazer alguns desvios, porque neles podemos encontrar outras esquinas, depósitos, lugares, pessoas e, sobretudo, idéias. Tudo bem, pode cansar as pernas, porque aumenta a distância, pode gerar estresse, neurose, paranóia, riscos, mas uma vida bem vivida tem de ter seus desafios. Humm, gerou um post. Os deuses vão gostar.

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  2. Não somos gente de desistir, Marcelinho!!! Nunca fomos. Nunca seremos!
    beijosss

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  3. Maia, não só os deuses vão gostar, mas os simples terráqueos acharam esse comentário interessantíssimo. Comentário digno dos deuses que vêem longe. Abs.

    Bípede, não somos gente de desistir no caminho mesmo. Bjs.

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  4. Darling, não importam as estradas meu coração sempre estará junto ao teu.

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  5. Amo, amo, amo essa canção!

    E amei a tua reflexão...

    Beijos

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  6. Darling, e o meu junto ao teu. Bjs.

    Apple, obrigado por compartilhar meu sentimento. Bjs.

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