sábado, 27 de abril de 2013

Aida - Giuseppe Verdi no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

A ópera estava fantástica. As sopranos são espetaculares. Poucas vezes ouvi uma voz tão linda quanto a da Fiorenza Cedolins, que venceu o Concurso Internacional Luciano Pavarotti, e cantou Tosca ao lado de Pavarotti na Filadelfia. Ela também desempenhou Aida no Metropolitan em NY, Tosca na Ópera de Paris, e já gravou um DVD com Zubin Metha. Anna Smirnova tem se apresentado no Alla Scala, Meropolitan, Royal Opera House, etc. Rubens Pellizzari também tem uma carreira espetacular, desempenhando importantes papéis nos teatros de Verona, Florença(dirigido por Zubin Metha), Genova, China, Coreia, Japão e Estados Unidos. O que me chamou atenção é que embora houvesse ingressos praticamente gratuitos para uma produção desse calibre e luxo (R$25,00), sobraram lugares. Parabéns para o Municipal!

terça-feira, 23 de abril de 2013

Promise

Linda música, linda letra. "Promise And meet me there, with bundles of flowers We'll wade through the hours of cold winter She'll howl at the walls Tearing down doors of time Shelter as we go And promise me this You'll wait for me only Scared of the lonely arms That surface, far below these birds Maybe, just maybe i'll come home Who am i, darling to you? Who am i To tell you stories of mine? Who am i? Who am i, darling for you? Who am i To be your burden in time? Lonely Who am i, to you? Who am i, darling for you? Who am i? To be your burden Who am i, darling to you? Who am i? I come alone here I come alone here Prometa E me encontre lá, nos feixes de flores Nós esperaremos pelas horas de frio O inverno uivará sobre as paredes Derrubando as portas do tempo Nos abrigando enquanto vamos E me prometa isso Você esperará somente por mim Com medo dos braços solitários Superfície, bem abaixo dessas palavras Talvez, apenas talvez eu irei para casa Quem eu sou para você, querida? Quem sou eu? Indo lhe contar minhas histórias Quem sou eu? Quem eu sou para você, querida? Quem sou eu? Posso ser um fardo com o tempo, sozinho Quem sou eu para você? Quem eu sou para você, querida? Quem sou eu? A me tornar um fardo Quem eu sou para você, querida? Quem sou eu Caminhando sozinho Caminhando sozinho"

domingo, 21 de abril de 2013

segunda-feira, 15 de abril de 2013

93 Million Miles - Jason Maraz

Talentosíssimo esse músico. Um dos melhores da nova geração. 93 Million Miles 93 million miles from the sun People get ready, get ready Cause here it comes, it's a light A beautiful light, over the horizon Into our eyes Oh, my, my, how beautiful Oh, my beautiful mother She told me, son, in life you're gonna go far If you do it right, you'll love where you are Just know, wherever you go You can always come home 240 thousand miles from the moon We've come a long way to belong here To share this view of the night A glorious night Over the horizon is another bright sky Oh, my, my, how beautiful, Oh, my irrefutable father He told me, son, sometimes it may seem dark But the absence of the light is a necessary part Just know, you're never alone, You can always come back home Home Home You can always come back Every road is a slippery slope But there is always a hand that you can hold on to Looking deeper through the telescope You can see that your home's inside of you Just know, that wherever you go, No, you're never alone, You will always get back home Home Home 93 million miles from the sun People get ready, get ready Cause here it comes, it's a light A beautiful light, over the horizon Into our eyes

sábado, 13 de abril de 2013

Não sonho mais

"Hoje eu sonhei contigo, Tanta desdita! Amor, nem te digo Tanto castigo que eu tava aflita de te contar. Foi um sonho medonho Desses que, às vezes, a gente sonha E baba na fronha e se urina toda e quer sufocar. Meu amor, vi chegando Um trêm de candango Formando um bando, Mas que era um bando De orangotango pra te pegar. Vinha nego humilhado, Vinha morto-vivo, vinha flagelado. De tudo que é lado Vinha um bom motivo pra te esfolar. Quanto mais tu corria Mais tu ficava, mais atolava, Mais te sujava. Amor, tu fedia, Empesteava o ar. Tu que foi tão valente Chorou pra gente. Pediu piedade E, olha que maldade, Me deu vontade de gargalhar. Ao pé da ribanceira acabou-se a liça E escarrei-te inteira a tua carniça E tinha justiça nesse escarrar. Te "rasgamo" a carcaça Descendo a ripa. "Viramo" as tripas, Comendo os "ovo", ai!, E aquele povo pôs-se a cantar. Foi um sonho medonho, Desses que, às vezes, A gente sonha e baba na fronha E se urina toda e já não tem paz. Pois eu sonhei contigo e caí da cama. Ai, amor, não briga! Ai, não me castiga! Ai, diz que me ama e eu não sonho mais!"

domingo, 7 de abril de 2013

Virgílio Dias

Essas fotografias mostram as as obras "Arrastão" e "Le Saint Amour", respectivamente. Virgílio Dias é um dos mais talentosos pintores brasileiros.

Encontrei seres